Sobre ela
Antes de começar com textos gigantes, as informações básicas. Déborah - esse H não era para estar aí. Mas, não sei, ele me seduz um pouco - 16 anos, nasci dia 14 de outubro, libriana.
Desde pequena, eu sempre odiei fazer redações com o tema “Eu”. Essa realidade não mudou muito, eu ainda não me sinto muito a vontade na hora de falar sobre mim mesma. Talvez, se o assunto fosse livros, música ou qualquer outro coisa, as coisas fluíram um pouco melhor. Talvez, essa minha abstinência em falar sobre mim mesma, seja causada pela minha inconstância. Ora isso, ora aquilo. Não, isso não é bipolaridade, nem ser trata de
ter duas caras. É mais pelo fato de sentir demais, se é que você me entende. Se eu gosto, eu não gosto um pouquinho. Eu gosto com toda minha força, com toda minha essência. Esse tal de “sentir demais” já me trouxe certos problemas; acho que você pode imaginar quais são. Mais também já me trouxe muita felicidade, porque, como tudo comigo é intenso, se eu estou feliz, estou feliz demais. Sem essa de meio ou um pouquinho.
Tenho a maldita mania de me preocupar demais com gente que nem minha indiferença merecia, e a ironia sempre me acompanha, para onde quer que eu vá. Pareço chata, e um tanto quanto macabra. E, vai ver que eu seja isso mesmo, com quem merece. Me dê um abraço – sincero, por favor – e você verá o quão legal eu posso ser. Gosto de quem se preocupa. Gosto de quem percebe quando as coisas não estão bem. Gosto de me sentir amada (aliás, quem não gosta?). Eu dou risada das coisas mais improváveis, e sempre estou certa, mesmo estando errada. Falo palavrão pra caralho, prefiro tênis do que salto, e adoro ficar de moletom. Mas, isso não me faz menos mulher. Muito pelo contrário. Eu aprendi a odiar opiniões alheias. Porque, no fundo elas me afetam muito. Amo o frio e café. Aliás, por falar em café, o da minha mãe é um milhão de vezes melhor do que Starbucks. Se eu pudesse – e se minha mãe deixasse – trocaria água por Coca-Cola. Não sei, acho que cafeína me faz bem. Aliás, eu não sou tão amarga quanto pareço. Muito pelo contrário, por ora, as pessoas pensam que eu sou
A Idiota. Tudo maiúsculo mesmo, porque eu sou a idiota das idiotas. Gosto de ajudar. Às vezes sou um poço de paciência, já outras vezes... Mal sei o que é paciência. Tenho a mania de criar mil diálogos que jamais aconteceram, e digamos que só meu travesseiro para me agüentar a noite, com tantas lágrimas, pensamentos exasperados e abraços de pura carência. Sim, carência é uma palavra constante no meu dicionário. Não só carência de amor. Mas, às vezes, carência de afeto também.
Se, você conseguiu chegar até aqui, você conhece o suficiente para casar comigo. Mas, vamos deixar claro certas coisas: eu não sei cozinhar, não vou limpar a nossa casa, e eu fico pior ainda quando eu estou de TPM. Aceita os termos de uso?